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Como revender produtos de pet shops


Para uma loja que precisa comercializar diversos tipos de produtos, como os supermercados, concorrer com estabelecimentos especializados chega a ser covardia. Essa é uma realidade também no segmento de produtos para animais de estimação. As pet shops – especialistas no assunto – são as campeãs de vendas. Os supermercados ficam com uma fatia relativamente pequena de 28% sobre o volume de tudo o que é vendido para bichinhos de estimação, segundo a Nestlé com base em dados da Anfalpet – associação que reúne os fabricantes do segmento. Apesar da dificuldade, o supermercadista não deve se acomodar com a situação.


Cada cliente que muda de estabelecimento engorda a receita da loja. E, se o varejista souber atrair a atenção do consumidor, o lucro também sobe – e muito. Se você duvida, saiba que já há casos vitoriosos, como uma das unidades do Enxuto, que, em sua área de atuação, já supera as pet shops. Em lojas bem sucedidas, a seção já extrapolou os alimentos, e o mix de snacks, acessórios e outros mimos foi encorpado. A ideia é aproveitar a compra de rotina que caracteriza o setor e elevar a lucratividade aproximando-o mais do público. Apesar disso, as rações ainda ocupam um espaço importante no autosserviço.


Num período em que a crise afetou a disposição de consumir, as pet shops avançaram sobre os supermercados por oferecerem produtos a preços mais competitivos, estarem próximas do cliente e terem mix diferenciado. Há fabricantes que só trabalham com lojas especializadas, além de linhas super premium vendidas exclusivamente nesse canal.


Por outro lado, um novo comportamento dos donos de animais tem provocado um ritmo menor de crescimento de alimentos para cães e favorecido as vendas dos produtos destinados aos felinos. “Nos grandes centros urbanos, onde se concentra o consumo de rações, as pessoas estão preferindo cachorros de pequeno porte ou gatos em função da falta de espaço”, explica Alikan Silveira, gerente de vendas da Brazilian Pet Foods. “Convém lembrar que os cães menores comem menos, o que diminui a quantidade de alimentos comprada. Em contrapartida, como o gasto é menor, os consumidores começam a migrar para rações mais sofisticadas. Também sobra mais dinheiro para mimos, como ossinhos”, completa. Tudo isso abre espaço para os supermercados trabalharem melhor a seção de produtos para bichinhos de estimação.


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Fonte: sm.com.br

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